Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
Durante o segundo turno do pleito no Distrito Federal, muitos pais e responsáveis compareceram às urnas acompanhados de crianças para promover a educação política desde a infância. Embora o voto seja obrigatório apenas dos 18 aos 70 anos, a presença dos pequenos transforma o momento de votação em uma lição prática sobre democracia.
No Centro de Ensino Médio Paulo Freire, na Asa Norte, a publicitária Polyana Carla Alves Ázara e a internacionalista Luísa Malagoli levaram o filho e o cão da família. Elas fizeram questão de registrar a presença do menino no local onde definiram seus representantes para os próximos anos.
Polyana ressaltou a importância de o filho compreender sua participação no processo democrático, ressaltando que as decisões dos governantes devem priorizar o futuro das próximas gerações com políticas públicas planejadas a longo prazo.
Sua companheira, Luísa, reforçou que o exercício do voto é um dever cidadão fundamental. Para ela, além de votar, a população precisa acompanhar e cobrar ativamente vereadores, deputados e governantes por melhorias coletivas.
Direitos das meninas e mulheres
Na região do Varjão, a analista de departamento pessoal Elizabete Queiroz Gomes esteve acompanhada das filhas Emanuelle, de 10 anos, e Luna, de 9. Com o aplicativo E-título em mãos, ela explicou às meninas o funcionamento da votação.
Elizabete destacou a relevância de conscientizar os mais jovens sobre a conquista do voto feminino no Brasil, garantido apenas em 1932. Ela enfatizou que sua escolha nas urnas visa assegurar um futuro com mais direitos para suas filhas.
Próximas gerações
Ainda no Varjão, a eleitora Siomara Chao, de 59 anos, levou o neto Iyaz, de 4 anos, à cabine de votação. Ela contou que o menino já aprende conceitos de patriotismo na escola, como cantar o Hino Nacional.
Ao lado do marido, o mecânico Plínio de La Pena, de 72 anos, Siomara afirmou que exercer o direito ao voto é a forma de buscar progresso e um país melhor para seus 4 filhos e 12 netos.
Segurança e educação
O pequeno Arcanjo Miguel Mota da Silva, de 7 anos, também acompanhou o pai, Nilsemar Ferreira da Silva, até a seção eleitoral. Nilsemar acredita que aproximar os filhos da política é um passo importante para a formação da criança.
O pai destacou que suas prioridades ao votar incluem melhorias na educação infantil e o aumento da segurança pública, permitindo que as famílias vivam sem medo.