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O Ministério da Saúde intensificou o acompanhamento dos reflexos das queimadas e da estiagem severa sobre a rede de saúde no Amazonas, prestando suporte logístico e técnico aos municípios afetados.
Essa mobilização ocorre após a decretação de situação de emergência pelo governo estadual em 36 cidades no último dia 10, devido à intensificação dos incêndios florestais e da fumaça densa na região.
Até o momento, a pasta identificou 12 localidades que exigem apoio direto para evitar a desassistência médica. O foco é garantir o abastecimento contínuo de insumos essenciais pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Grupos prioritários
Crianças, gestantes, idosos e portadores de comorbidades recebem atenção especial das equipes médicas devido à alta vulnerabilidade à poluição atmosférica.
A exposição prolongada à fumaça eleva o risco de complicações em pacientes com doenças respiratórias e cardiovasculares.
Suporte aéreo e oxigênio
O governo federal avalia estoques de oxigênio medicinal e pode acionar as Forças Armadas para transporte emergencial em áreas isoladas e distritos indígenas.
Enquanto isso, o Ibama mantém 290 brigadistas em solo amazonense.
A operação conjunta conta com aviões KC-390 da Força Aérea Brasileira e outras seis aeronaves, incluindo helicópteros e modelos air tractor.