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O atacante Paulinho saiu abalado do Nubank Parque mesmo com a vitória nos pênaltis sobre o Fluminense, que levou o Palmeiras à final da Libertadores.
Ele entrou no segundo tempo e sequer participou das cobranças, pois sentiu dores na perna direita em poucos minutos em campo e terminou o jogo mancando.
No vestiário, ele relatou ainda estar com o incômodo e mostrou-se preocupado com a situação, afinal tem um histórico de lesões que o tiraram de campo por muito tempo. Não à toa, ainda não reencontrou sua melhor forma.
Ele teve uma lesão que não foi fácil de resolver, voltou a se lesionar, pontuou o técnico Abel Ferreira na coletiva de imprensa após a partida, ainda sem maiores informações sobre a possível lesão.
O atleta voltou a atuar em maio, depois de passar mais de 300 dias afastado devido a uma fratura por estresse na tíbia, sofrida em julho do ano passado no Mundial de Clubes.
Na época, ele disputou o torneio no sacrifício, conforme revelou Abel Ferreira, e precisou passar por uma nova cirurgia poucos dias depois.
Desde que retornou, o jogador enfrentou outros três problemas físicos que travaram sua sequência. Houve uma entorse no tornozelo em julho, um problema no adutor da coxa direita em agosto e, dias mais tarde, uma lesão no tendão do adutor longo.
Segundo o coordenador médico do clube, Pedro Pontin, o atleta chegou ao Verdão com uma condição especial devido à fratura na tíbia operada ainda no Atlético Mineiro, gerando dores crônicas.