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Domingo, 08 de Novembro 2026
Esportes

Náutico e Sport disputam final do Campeonato Pernambucano de Remo neste domingo

Tradicional clássico no Rio Capibaribe pode encerrar jejum de 13 anos do Timbu ou consagrar uma virada histórica do tricampeão Sport.

Vitória 360 Graus
Por Vitória 360 Graus
Náutico e Sport disputam final do Campeonato Pernambucano de Remo neste domingo
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As águas do Rio Capibaribe, na altura da Rua da Aurora, no Recife, recebem neste domingo (1º), a partir das 8h, a etapa decisiva do Campeonato Pernambucano de Remo. Com acesso gratuito ao público, o clássico entre Náutico e Sport promete movimentar o centro da cidade em uma disputa histórica pelo título estadual.

A competição ganha impulso sob a liderança da nova gestão da Federação Pernambucana de Remo, comandada de forma voluntária pelo presidente Luiz Henrique e pela vice-presidente Maíra Lisboa. No barco, o Timbu busca encerrar um jejum de 13 anos sem erguer a taça, enquanto o Leão tenta uma reação histórica.

Vantagem alvirrubra e pés no chão

O Náutico construiu uma vantagem confortável ao vencer nove das 11 provas na primeira etapa, realizada em setembro. Com o placar geral em 9 a 2, a equipe alvirrubra precisa de apenas três vitórias para garantir o título da temporada.

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Apesar do entusiasmo da torcida, o técnico Ricardo Costa pede cautela ao elenco. Ele destacou a necessidade de manter os pés no chão para evitar qualquer soberba, reforçando que o time entra na água focado em buscar novos triunfos nesta segunda fase.

Sport aposta em virada histórica

Atual tricampeão estadual, o Sport precisa de uma reação expressiva para defender a taça. Segundo o diretor técnico Ítalo Miranda, o Rubro-negro intensificou a preparação física e tática para tentar reverter a vantagem do adversário.

Para sagrar-se campeão, o Sport precisa vencer dez provas no domingo, ou alcançar nove vitórias para levar a decisão aos critérios de desempate. A equipe aposta na união dos atletas e na consistência dos treinos para evitar erros na raia.

Formação de talentos e futuro da modalidade

Além da busca por medalhas, a competição ressalta o impacto social dos esportes aquáticos. O comandante alvirrubro pontuou que projetos socioesportivos são essenciais para transformar a vida de jovens e oferecer novas perspectivas de futuro.

Pelo lado rubro-negro, Miranda destacou a importância da rivalidade saudável para manter a modalidade viva. Um dos nomes promissores é Tutankamon Ramisés, de 15 anos, atleta do Sport que já se destaca em categorias acima da sua idade em níveis nacional e internacional.

FONTE/CRÉDITOS: Informações do Esporte