Aguarde, carregando...

Sábado, 07 de Novembro 2026
Economia

Governo estuda restringir crédito para empresas acusadas de assédio eleitoral

Ministério Público registrou mais de mil denúncias recentes e autoridades preveem punições severas para empregadores.

Vitória 360 Graus
Por Vitória 360 Graus
Governo estuda restringir crédito para empresas acusadas de assédio eleitoral
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

O governo federal, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST), anunciou nesta quarta-feira (28) que companhias envolvidas em práticas de assédio eleitoral enfrentarão rigorosas sanções legais, incluindo restrições ao crédito público.

Durante coletiva, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, revelou que o Executivo avalia criar uma lista pública com os nomes dos infratores. A medida visa expor negócios que constrangem ou demitem funcionários devido a posições políticas.

Para operacionalizar a fiscalização, uma força-tarefa foi instituída. O Banco Central será acionado para comunicar a rede financeira sobre as empresas que violaram o princípio da livre escolha democrática.

Publicidade

Leia Também:

Aumento expressivo nas queixas

O procurador Maurício Coentro Pais de Mello informou que o MPT recebeu 1.140 queixas nos últimos três dias. Quase 30% dos registros totais da campanha ocorreram após o pleito, gerando alerta nas autoridades.

Luiz Marinho reforçou que a Constituição protege a liberdade de opinião. O Estado promete atuar com firmeza contra patrões que utilizam o poder econômico para coagir trabalhadores assalariados ou autônomos.

Resposta rápida da justiça

O presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, alertou que os empregadores assumem riscos financeiros imensos ao adotarem tal postura. A resposta judicial promete ser ágil e dura.

Denúncias podem ser feitas diretamente pelos canais oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego e do MPT. O governo reiterou que o Estado agirá com rigor máximo contra maus empregadores.

Monitoramento digital

Adhemar Borges, secretário executivo do Ministério da Justiça, destacou a responsabilidade das redes sociais. As plataformas devem remover conteúdos ilícitos de forma proativa, combatendo opressões e tentativas de controle do voto.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil