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Sábado, 07 de Novembro 2026
Justiça

Deputado federal Marcelo Queiroz é alvo de nova fase da Polícia Federal

Investigação apura fraudes em contratos milionários na Secretaria de Agricultura do Rio de Janeiro.

Vitória 360 Graus
Por Vitória 360 Graus
Deputado federal Marcelo Queiroz é alvo de nova fase da Polícia Federal
© Polícia Federal/divulgação
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O deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) tornou-se alvo novamente da Polícia Federal nesta terça-feira (27), durante a segunda fase da Operação Castratio. A corporação cumpre cinco mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Niterói, com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ofensiva tem como meta desarticular um esquema criminoso responsável por fraudar contratos na Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do estado.

O parlamentar já havia sido investigado na primeira etapa da ação policial, realizada em maio deste ano, período em que comandava a pasta estadual.

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Irregularidades em contratos públicos

Os investigadores identificaram fraudes em acordos firmados pelo governo fluminense. O esquema teria beneficiado de forma irregular a empresa Consuvet, fundada pouco antes de celebrar seu primeiro contrato com a Seapa em julho de 2021.

Entre as práticas ilícitas apontadas estão o direcionamento de licitações, superfaturamento e fraudes contratuais. Segundo a PF, os acordos voltados para serviços de esterilização de animais somam aproximadamente R$ 200 milhões.

As autoridades indicam que os fatos investigados configuram crimes como peculato, corrupção e lavagem de dinheiro, podendo abranger novos delitos durante o andamento do inquérito.

Aprofundamento das apurações

A nova etapa decorre da análise dos materiais apreendidos na fase inicial, permitindo mapear a extensão da rede criminosa.

Na primeira investida, autorizada pelo ministro do STF Flávio Dino, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. Na ocasião, o celular do deputado foi confiscado, além de valores em espécie, veículos e eletrônicos encontrados com outros investigados.

A defesa do parlamentar e seu gabinete na Câmara dos Deputados foram procurados para comentar o caso, mas não houve retorno até o momento.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil