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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) entregará um plano de governo esportivo aos comitês dos presidenciáveis no segundo turno das Eleições de 2026. A iniciativa busca preservar o status do Ministério do Esporte diante do temor de que a pasta seja rebaixada a uma secretaria especial, medida avaliada pelos candidatos.
Segundo o presidente da entidade, Marco La Porta, a prioridade não é apenas manter o órgão formalmente, mas garantir relevância política e orçamento sólido. O dirigente alerta para o risco constante de verbas contingenciadas e a descontinuidade de políticas públicas essenciais para o setor no país.
Temores de retrocesso administrativo
A preocupação do COB surgiu após declarações de Flávio Bolsonaro sobre a redução de ministérios para cortar gastos. Embora aliados tenham assegurado posteriormente que a pasta será preservada, o histórico de 2019 — quando a estrutura foi integrada ao Ministério da Cidadania — gera incertezas na comunidade olímpica.
O documento elaborado pelo comitê propõe a consolidação do Plano Nacional do Esporte e o fortalecimento de iniciativas como o Bolsa Atleta. O texto aponta desafios na atividade física da população e reforça a necessidade de transformar o setor em uma política de Estado contínua.