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Sábado, 09 de Maio 2026

Geral

WhatsApp implementa novas regras de privacidade para menores no Brasil

Plataforma ajusta configurações para usuários com menos de 18 anos

Vitória 360 Graus
Por Vitória 360 Graus
WhatsApp implementa novas regras de privacidade para menores no Brasil
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O WhatsApp iniciou a disponibilização, em território brasileiro, de novas configurações de privacidade direcionadas a usuários com idade inferior a 18 anos. Esta atualização modifica principalmente a visibilidade das informações de perfil dos adolescentes.

Com esta alteração, a plataforma restringe que contas pertencentes a esse grupo selecionem a opção “Todos” nas definições de “Última vez visto”, “Sobre” e “Links”. O aplicativo passa a oferecer somente as alternativas “Ninguém”, “Meus contatos” e “Meus contatos, exceto…”.

O que muda na prática

Na prática, a nova diretriz visa diminuir a exposição pública de dados pessoais. Após a implementação da atualização, indivíduos que não constam na lista de contatos do adolescente não poderão mais visualizar o horário da sua última atividade online, a descrição do perfil ou quaisquer links adicionados, como os de outras redes sociais.

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Se o usuário já havia optado pela configuração “Todos” antes da modificação, o próprio aplicativo efetuará o ajuste automático para “Meus contatos”. Adicionalmente, o sistema exibirá um alerta informando que a alteração foi aplicada em conformidade com a legislação brasileira vigente.

Ajuste segue legislação nacional

Esta atualização está em consonância com as diretrizes do chamado ECA Digital, que estipula que as plataformas digitais devem adotar, por padrão, níveis mais elevados de proteção para crianças e adolescentes. Assim, o WhatsApp agora aplica configurações mais restritivas de forma automática para essa faixa etária. A iniciativa fortalece o controle sobre os dados pessoais e tem como objetivo aumentar a segurança de usuários menores de idade no ambiente virtual.

Versão em testes no Brasil

A novidade foi primeiramente identificada por usuários na versão 2.26.8.7 do WhatsApp Beta para Android. A empresa está liberando a funcionalidade de maneira progressiva para os testadores. Até o presente momento, o WhatsApp não anunciou uma data formal para a disponibilização da atualização na versão estável para todos os usuários no Brasil. Contudo, dado que o recurso já se encontra em fase de testes públicos, a expectativa é de que sua implementação em larga escala aconteça em um futuro próximo.

WhatsApp pode cobrar mensalidade?

A Meta está estudando a possibilidade de desenvolver planos de assinatura para o WhatsApp, Facebook e Instagram, com o objetivo de oferecer recursos exclusivos a uma parcela dos usuários. Esta informação veio à tona após uma publicação do TechCrunch e sugere que a companhia não planeja instituir uma cobrança mensal básica para o acesso às redes sociais. A proposta visa funcionalidades adicionais, focadas em produtividade, criatividade e na utilização expandida de inteligência artificial dentro das plataformas.

Conforme as informações veiculadas, a iniciativa não implica em restringir funções fundamentais, como o envio e recebimento de mensagens, o acesso ao feed ou a visualização de stories. A Meta pretende manter o modelo gratuito como o alicerce de seus serviços. A empresa debate a criação de um nível extra, opcional, para aqueles que buscam ferramentas mais avançadas. O portal Olhar Digital salientou que a companhia aposta no desenvolvimento de novos recursos, mas ainda não especificou quais funcionalidades seriam incorporadas a esses pacotes premium.

Essa estratégia acompanha uma tendência já observada em outras empresas de tecnologia. Plataformas digitais procuram outras origens de receita além da publicidade, especialmente em um ambiente competitivo e com transformações no mercado de anúncios. A Meta, proprietária das três redes sociais, lida com essa questão e busca variar seu modelo de monetização sem distanciar sua base de usuários.

Quando pode começar?

Segundo o TechCrunch, a empresa considera a introdução desses planos pagos “nos próximos meses”. A Meta, contudo, ainda não anunciou uma data formal para o começo dos testes, tampouco informou em quais países a novidade poderá ser lançada inicialmente. A companhia também não detalhou custos, modelos de assinatura ou requisitos de participação.

Um aspecto relevante salientado pelas publicações refere-se à distinção entre os planos premium e o recurso de autenticação de contas. Atualmente, a Meta disponibiliza a verificação paga para criadores de conteúdo, artistas, políticos e outras personalidades públicas. Esse serviço manterá sua autonomia e não integrará os novos pacotes em análise. A empresa preserva a verificação como uma funcionalidade particular, com critérios próprios e ênfase na veracidade e segurança.

No que diz respeito ao WhatsApp, especialistas notam que a plataforma já dispõe de soluções direcionadas a empresas, como o WhatsApp Business e ferramentas de suporte. Mesmo assim, a Meta não confirmou se os planos premium abrangeriam usuários comuns, empresas ou ambas as categorias. O conhecimento atual indica que a proposta contempla recursos adicionais, sem modificar a operação essencial do aplicativo.

No Facebook e no Instagram, a discussão sobre planos pagos aparece em um contexto de contínuas transformações nas ferramentas para criadores. A Meta aposta em recursos de edição, publicação, análise de desempenho e inteligência artificial. A empresa enxerga nesses campos uma chance de proporcionar vantagens para quem almeja mais eficiência ou deseja desenvolver material com maior profissionalismo.

Apesar dos rumores, a Meta não divulgou uma relação formal de funcionalidades. A empresa também não sinalizou se os planos premium terão conexão entre as três plataformas ou se cada rede social terá um sistema individual de assinatura. As informações disponíveis sugerem apenas o propósito de testar o formato, sem garantias formais quanto a uma estrutura definitiva.

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